Descrição
O Mágico pega um baralho e o mostra frente e verso para o público. É um baralho comum de 52 cartas, como qualquer outro. Ele pede a um voluntário que escolha e retire uma carta dele, a escolha é 100% livre dentre todas. O espectador memoriza a sua escolha, que em seguida é devolvida. O Mágico então corta o baralho, colocando a metade de baixo sobre a de cima, virando-a de face para baixo, repetindo o processo até que todas as cartas estejam viradas ao contrário.
O Mágico pergunta ao espectador se ele tem boa memória e prestou atenção em qual era a carta contida na face do baralho. Independentemente da resposta, o Mágico diz que o baralho não se lembra qual era. Um ditado cigano diz que “as cartas não mentem jamais” e este é provado quando o baralho é virado de face para cima: A carta da face desapareceu!
O Mágico diz então que seu baralho é muito antigo e pela idade sofre com um problema grave de memória. Ele é incapaz de memorizar grandes quantidades de informação, preferindo ater-se àquela que realmente importa. Todas as cartas vão sendo passadas e mostradas, frente e verso: Todas estão em branco, menos uma: a carta que o espectador escolheu.
A carta do espectador é virada de face para baixo e deixada de lado. Carta por Carta o baralho vai sendo mostrado. Todas as faces desapareceram sem deixar vestígios.
O Mágico questiona o espectador: “Você se lembra qual era sua carta, correto?” O Espectador concorda. O Mágico então retruca “Pois é, pois ela já não se lembra quem é”. O espectador vira a sua carta de face para cima, e para sua surpresa a face dela também desapareceu completamente.










